sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Focas do Q?

Sabe quando tu sente que o semestre está começando de verdade? Eu, pelo menos, sinto isso quando começam a surgir muitas coisas e percebo que meu tempo será pouco para tudo o que eu tenho para fazer. Quem se importa?! Minha cama, ela sente uma falta de mim... hehehe (como eu sou engraçadinha, Ari Toledo que se cuide!)

Para quem ainda não sabe, comecei a trabalhar na biblioteca da Unisc semana passada. Minha tradicional sesta não existe mais, já que agora eu trabalho das 13h30 às 22h30. Algumas horas a menos disponíveis no meu dia.

Os trabalhos de aula e a agência já começaram a exigir mais dedicação. Semana que vem tem a Seacom, semana acadêmica do curso. Mais tempo para isto.

E ontem tivemos a primeira reunião do projeto Focas do Q?, na Gazeta. Esta é a quarta edição, eu também participei da terceira, mas agora teremos muitas novidades. A começar pelo blog e tantas outras coisas que estão previstas para esta edição. Além disso, eu estou bem empolgada com o projeto e, conversando com a Bruna Travi, surgiram várias ideias.

Por enquanto é isso que eu posso adiantar. Em breve mais novidades a respeito!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O MEU Intercom em Curitiba

É, eu sei! Ando bem relapsa em relação a esse blog, tadinho! Eu fico correndo de um lado pro outro, fazendo milhões de coisas e deixo ele aqui, abandonado.

Então, para o caso de alguém sentir falta de algum texto, vim falar sobre minha última viagem: Curitiba. Fui acompanhar a e o Predo no Intercom. Eles foram apresentar trabalhos, eu fui de metida. Mas sabem que valeu a pena?

Nem vou discursar muito sobre o aprendizado e a oportunidade de conviver com o povo da Comunicação de todo o Brasil (se quiserem ler sobre isso, acessem o blog do DizAí). O que eu quero falar aqui é sobre os acontecimentos além-congresso que aconteceram por lá.

Eu cheguei achando que não ia gostar de nada porque, já na primeira noite, um amigo meu que mora em Curitiba, o Japonês (é o blog dele, não tenho culpa que é bagaceiro, mas eu juro que ele é um amor) furou e acabou não saindo conosco, como tinha combinado. Em compensação, eu tive as melhores companhias de quarto, a e o Predo são uns amores, de verdade!

Na quinta-feira mesmo, logo depois que chegamos, eu e a Luísa fomos ao mercado comprar água e guloseimas (todo mundo sabe que as coisas do frigobar são caríssimas). Não satisfeitas em comprarmos uns 5 litros d'água, croissants, pães, laranjas e bergamotas (saudáveis, não?) eu e a ainda fomos atrás de canecas, pratos e talheres! Claro que compramos as coisas mais cafonas existentes!

Todos os dias íamos de ônibus para a Universidade e muitos congressistas faziam o mesmo. Como estávamos todos meio perdidos, acabamos fazendo amizade com o pessoal no ônibus mesmo. Aliás, foi com um pessoal que conhecemos no ônibus que eu e a fizemos festa no domingo, nosso último dia lá. Festa, essa, que merece ser comentada, porque foi um dos pontos altos da viagem.

Combinamos com o Richell, de Fortaleza, que iríamos para o tal "Bar do Alemão". Ele apareceu com mais dois amigos: Caio, também de Fortaleza, e Manu, de Brasília. Estávamos felizes conversando no bar quando, lá pela 1h, começaram a recolher mesas e cadeiras, fecharam o bar e nos mandaram embora. Eles não queriam voltar para o hotel e nos convenceram a continuar a baladinha em outro lugar, disseram que tinha uma festa muito boa. Fomos para lá. Antes de entrarmos, o segurança avisou que o lugar ficaria aberto por só mais meia hora. Desistimos e fomos para outra festa, que o próprio segurança indicou. Chegamos lá e o pessoal se arrependeu de ter entrado, era uma festa GLS. Os homens ficaram meio receosos, as gurias acharam meio chocante, mas eu achei divertidíssimo! Tem coisa melhor do que ir numa festa e não ter homem, feito urubu, te olhando como se fosse carniça? Melhor ainda era ver o desespero do Richell implorando para eu não sair do lado dele, já que, nessa noite, ele era a carniça!

Fora a festa, o próprio evento teve suas particularidades engraçadinhas. Como ouvir milhões de vezes em uma tarde "você gostaria de provar um Kuat Eko? Você gostaria de provar um Kuat Eko? Kuat Eko... Kuat Eko... Eko... Eko... Eco, eco, eco..."! Irritante, mas virou piada entre os participantes. Teve, também, um dia em que eu e a chegamos mais tarde e tinha um povo em volta de uns baianos que estavam cantando e dançando, no final acabaram arrastando um monte de gente pra dança, inclusive nós.

E, é claro, não posso deixar de mencionar a grande estrela do Intercom, o Iuri. OK, essa parte vocês ignorem, a única pessoa que vai entender é a Luísa. Mas garanto pra vocês que o Iuri é outonalmente outonal.

OK, parágrafo anterior ignorado. Mas aproveito pra deixar avisado que o próximo Intercom vai ser aqui pertinho, na UCS, e eu não pretendo perder. E sugiro que quem faz comunicação não perca também.

PS.: Eu juro que vou tentar me controlar e escrever menos quando for sobre coisas inúteis! \o/

terça-feira, 1 de setembro de 2009

DizAí da Serra


Eu já falei aqui que estive em Gramado, que participei da cobertura do Festival de Cinema e do Gramado Cine Vídeo. Além de produzirmos materiais para o site, eu e a Bruna ficamos responsáveis pela primeira edição do DizAí deste semestre, especial de Gramado!

Particularmente, eu não gostei muito do resultado. Mas leiam, vejam e palpitem. Digam aí o que acharam (que cafona esse trocadilho besta)!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O cusco avoador de zoro


Eu sei que muita gente adora ela. Sei que muita gente a admira. Sei que muita gente ficou feliz com o título recebido por ela (ele foi premiado pelo título?). Mas tenho certeza que ninguém sentiu a mesma emoção que eu quando ela subiu naquele palco.

Uma amizade que nasceu há pouco tempo. Uma cumplicidade difícil de entender. Confidentes. Um carinho recíproco imenso. Comentários que ninguém entenderia. Piadas das quais ninguém riria. Noites de filme. Inúmeros e-mails.

Um mês inteiro separadas. MUITA saudade. O reencontro em Gramado. Fofocas postas em dia. E, aí sim, fomos (ela, a mãe, um casal de tios e eu - a única que não era da família) para o centro municipal de cultura. Sentadas lado a lado. A ansiedade durante a premiação. Os comentários e as piadinhas durante a premiação. A tensão quando a categoria se aproximava. A felicidade quando o nome foi anunciado. Um abraço. Uma câmera voando para o meu colo. A tentativa de fazer fotos, mesmo com os olhos marejados. A risada ao ver que ela seguiu meu conselho e parou no canto do palco para não ficar com letras projetadas no rosto. O orgulho de vê-la reconhecida. Um grito que saiu quase inconscientemente. Outro abraço. Mais e mais lágrimas.

Feliz, ela queria tirar fotos no palco. Amiga orgulhosa, eu queria fotografar. E tinha que ser logo. Para levantar, apoio-me na poltrona da frente, que desaba. Fotos e mais fotos com os outros vencedores. Fotos com o professor. Com a mãe. Com o tio. Com a tia. Com a estátua. Comigo.

O auditório esvaziava. Ela não queria sair dali. Ela deixou sua marca na história do evento. Olhamos para trás: um auditório cheio de poltronas. E um buraco. EU deixei minha marca no local do evento (mas que ninguém saiba disso!).

No final das contas, é impossível não parabenizá-la pelo 'CUSCO AVOADOR DE ZORO'.

Talvez vocês entendam, talvez não, mas é por essas e por outras que eu não canso de dizer:
Lú, tu é o meu orgulho!


Quer ter uma ideia de como foi? Presta atenção no que alguém grita ali pelos 47 segundos...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Festival de Cinema

Durante a última semana, eu fiz parte da equipe da Unisc que participou da cobertura do 37º Festival de Cinema de Gramado e do 17º Gramado Cine Vídeo. Minha última semana de férias acabou sendo de muito trabalho: ficamos envolvidos na cobertura das 8h às 20h. Apesar de ter sido bastante cansativo, foi uma oportunidade incrível e aprendemos muita coisa.

Acompanhamos exibições de curta-metragens, debates, coletivas de imprensa, entrevistamos diretores, jurados e alguns famosos! Eu falei com a Daniela Escobar e o Oscar Magrini que eram jurados do Gramado Cinevideo. E teve a história do Marco Antônio Gimenez, que topou dar uma entrevista sobre a principal estrela do evento (mas essa é em vídeo e eu estou esperando as gurias editarem para botar no youtube e mostrar aqui, espero que fique boa!).

O resultado da cobertura pode ser visto no site da agência e logo logo teremos mais uma edição do DizAí, que - adivinhem - será sobre a cobertura do Festival. Eu e a Bruna já estamos pensando sobre o conteúdo.

Aliás, foi com a Bruna que eu me juntei durante aquela semana, então nós fomos parceiras de pautas, matérias, colegas de quarto, sem contar a festa, as fofocas, as fotos... Falando em fotos, algumas estão aí em baixo, divirtam-se!






quarta-feira, 22 de julho de 2009

O amor de Romeu e Julieta? Tá bom...


JULIETA - Ó piedoso frade, onde está meu esposo? Bem que me lembro onde eu devia estar, e eis-me aqui! Onde está o meu Romeu? Mas, que é isto? Uma copa apertada na mão do meu fiel amado? É o veneno, bem vejo, que tão cedo pôs fim à sua vida! Egoísta! Bebeu tudo, sem deixar ao menos uma gota para mim! Eu beijarei teus lábios! Talvez neles ainda reste um pouco do veneno que possa salvar-me ao me matar! (Beija-o) Teus lábios ainda estão quentes! Já estão vindo? Então, me apressarei. Abençoado punhal! (Pega o punhal de Romeu) Eis a tua bainha! (Apunhala-se) Cria ferrugem nela e deixa-me morrer!

Mesmo que não tem muito interesse por teatro conhece a história de Romeu e Julieta e sabe que essa é uma das cenas mais famosas – se não A mais famosa – de todos os tempos. Gosto desse trecho, não por ser Romeu e Julieta, mas por lembrar a peça “Tudo começou em Verona”, que o Artuando criou em 2005. Desde então, decorei essas falas (as que estão em negrito, essas que foram usadas na peça). Acabo de ler o texto completo de Romeu e Julieta, mas a versão que tinha na biblioteca era diferente desta que eu lembrava e achei em um blog (só não me pergunte qual).

E daí isso tudo? É, e daí? E daí que, lendo a história toda digo que o maior amor de todos os tempos não passa de uma paixonite aguda. Pra quem só sabe que Romeu e Julieta se amaram e morreram, vou fazer um resumão (segundo a minha visão):
As famílias Montecchio e Capuleto eram inimigas. Romeu era Montecchio e Julieta Capuleto.
Romeu estava apaixonado por uma bela donzela, Rosalina, e sofrendo de amor. Os amigos pedem que Romeu esqueça a moça e o levam para uma festa na casa dos Capuleto naquela noite. Lá, ele conhece Julieta e ambos ficam perdidamente apaixonados um pelo outro.
Na noite seguinte, Romeu está sob o balcão de Julieta fazendo juras de amor. Pela manhã, Romeu vai atrás de Frei Lourenço e pede que ele os case ainda naquele dia. À tarde casam-se secretamente.
No mesmo dia, Romeu mata Tebaldo, primo de Julieta, e é banido da cidade. Também o senhor Capuleto, pai de Julieta, a promete em casamento a Páris, primo do príncipe. Romeu e Julieta encontram-se no quarto dela antes que ele vá para o exílio.
Na manhã seguinte, Julieta é avisada que irá se casar com Páris, e não gosta da idéia. Vai aconselhar-se com Frei Lourenço que dá o famoso veneno capaz de fazê-la parecer morta por 24 horas. À noite ela toma o veneno e, na outra manhã, quando vão buscá-la para o casamento, é encontrada ‘morta’.
Julieta é posta no mausoléu dos Capuletos. A Romeu chega a notícia que ela está morta e, por isso, compra um veneno mortal de um boticário miserável. Vai em busca de sua amada, mas lá também está Páris, que é morto por Romeu. Ele bebe o veneno e morre ao lado de Julieta. Ela desperta, vê o esposo morto e se apunhala (sim, é a cena ali de cima).
E assim eles são felizes para sempre. Ah! E as famílias fazem as pazes. E tem mais uma coisa: já pensou em quantos anos Julieta tem, para viver um 'amor' (que já disse, pra mim não passa de uma paixonite aguda) assim? Pois bem, a apixonada moça tem 14 anos. SIM, 14! Uma criança.

Felizes para sempre? Toda a linda história de amor deles não dura uma semana inteira. Sabem por que Romeu e Julieta foram felizes para sempre? Porque morreram!
Se tudo isso ainda não te cansou, aproveita e dá uma lida neste texto, vale a pena. E se o texto já te cansou, volta outra hora, mas não deixa de ler este texto!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Ahh, acabou!!

Fiquei um bom tempo sumida, eu sei. Mas final de semestre, sabe como é, né? Foram milhões provas, trabalhos, entrevistas, matérias, reportagens, noites em claro, edições, gravações, correria... Maaaas, acabou! Quarta-feira recebi a última nota do semestre e passei por todas as cadeiras sem pegar exame! YEAH! (eu fiquei feliz, oras!)

Apesar de toda a correria, também há momentos de diversão! Estou bem atrasada para falar disso, mas não posso deixar de comentar do Dia Internacional da Maçã. No dia 24 do mês passado, toda a turma de Técnicas de Reportagem estava organizada para a ‘Operação Fruta’: todos os colegas levaram uma maçã para o professor Demétrio, o que rendeu uma cena bem engraçada.

O motivo organizarmos tal operação? Em todas as aulas o profe sempre perguntava se os aluno tinham trazido maçãs: ‘trouxeram agrados para o professor, crianças?’ foi a frase mais ouvida durante o semestre. Pois bem, a mente fértil e a organização da turma fez com que o profe voltasse para casa com os braços cheios de maçãs!



Final de semestre também é época de confraternizações! O povo da A4 agência de jornalismo se reuniu semana passada na casa da Vahn para comermos pizza. Valeu pra gente comemorar todo o trabalho feito esse semestre, temos o site, fizemos a cobertura da Feira do Livro, o Diz Aí e em breve teremos mais novidades...
Todo mundo posando bonitinho pra foto. Em cima: Fábio, Demétrio, Luana e Raisa; Agachados: Géferson, eu, Vahn e Bruna. E na pose máscula, ali na frente, o Emo.
E aqui as eu estou tentando ensinar pra 'tchurminha' a coreografia da dança da bundinha! hahaha
Agora é aproveitar as férias! Ah, coisa bem boa!