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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Soluços e soluções

Cá estou eu soluçando. Um pulo a cada dez segundos. Um saco. Aí fiquei pensando: já reparou como sempre que tu comenta que está com soluço, aparece alguém com alguma receita mirabolante para acabar com ele?

Tem a história de tomar 3 goles de água sem respirar, tem os que dão um susto, os que mandam trancar a respiração o máximo possível, os que mandam respirar devagar, até chupar limão sugerem...

Não sei aí, mas comigo nada disso funciona. Minha mãe sempre que o ideal mesmo é controlar a respiração pelo diafragma (o que me parece fazer mais sentido), mas como eu não tenho coordenação para isso, espero ele acabar por si mesmo.

Mas (ic). alguém aí (ic) pode me dar (ic) um sustão, por (ic) favor?

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Oi, 2010!

Eu tenho o hábito de, todo final de ano, fazer uma retrospectiva. Não uma retrospectiva de tudo o que aconteceu no mundo, mas dos principais fatos que aconteceram na minha vida aquele ano. Sim, eu fiz isso em 2009. E eu ia postar aqui. O problema é que eu escrevi em partes, então tem pedaço de texto no meu note, outro pedaço no outro computador, mais uma parte no computador da biblio, uns trechos escritos a mão perdidos em algum lugar da minha bolsa...

Sim, sim. Eu sou desorganizada. Então, como o ano já começou há tempo, a retrospectiva vai ficar pra lá. Dessa vez ela vai ser só minha!

Mas ainda dá tempo de agradecer a todas as pessoas que fizeram parte do meu 2009 e tornaram esse ano tão especial. Todas as pessoas que eu conheci, as pessoas com quem me diverti, que me fizeram rir, de quem eu senti saudade, aquelas que - mesmo sem querer - me ensinaram alguma coisa...

E vamos aproveitar porque 2010 tem tudo pra ser O ANO, como uma pessoa me disse esses dias. Com certeza esse vai ser um ano bem marcante pra mim e eu quero que todo mundo que fez meus dias mais felizes em 2009 esteja presente no MEU 2010!

Ah! O blog continua o mesmo, mas o endereço mudou (acschuh é difícil de lembrar, né?! Resolvi assumir o BlauSchuh de vez ^^).
Ah!² Não esqueçam: falta menos de um mês para o meu aniversário, já vão pensando nos presentes! \o/

domingo, 27 de dezembro de 2009

Oh, que romântico!

Sabe aquela coisa de 'não acredito em horóscopo, mas sempre leio'? Pois é, eu sou assim. Quer dizer, eu geralmente leio e dois segundos depois esqueço o que dizia (até porque todo dia é a mesma coisa).

Só lembro o que eu gosto ou o que eu acho engraçado. Essa semana eu estava lendo a previsão da Amanda Costa (aliás, eu gosto das previsões dela, são sempre divertidas. Pode ser só bobagem, mas sempre tem uma historinha engraçadinha) e resolvi compartilhar com vocês.

Até porque esse ano fui chamada de anti-romântica (eu não sei se vai hífen, se não vai, mas vai ficar assim). Li o textinho e achei bem irônico. Só pra avisar: não, não me tornei romântica... hahaha

Não dá mais pra segurar... Calma, não vai explodir. Seu universo só quer se expandir, ser o que é. Tem gente na sua órbita, querendo crescer junto, coração no coração, criar novos mundos. Sim, você pode com tudo isso, pode e quer mais... Vai dizer que não?!

Oh, que romântico, não?!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Minha infância ainda não acabou!


Há poucos dias apresentei um trabalho na cadeira de Fotografia em Jornalismo II (vulgarmente conhecida por "Foto 2"). O trabalho eu fiz com crianças (foi uma produção bem legal, levei um monte de crianças e brinquedos até a AABB, preparei lanche para elas, fizemos piquenique, passei a tarde correndo, fazendo fotos e me divertindo muito).

Depois da apresentação aconteceu o seguinte diálogo:
Prof Alexandre: tu gosta de crianças, né?!
Eu: sim, adoro!
Prof Alexandre: tu tem saudade da tua infância, né?!
Eu: a minha infância ainda não acabou! \o/
Prof Alexandre: boa resposta ¬¬'

Enfim, toda essa história é justamente por causa desse diálogo. Trocando e-mails com a Lú ontem, decidimos escrever nossas cartinhas para o Papai Noel. E nas duas listas apareceu um item em comum. UM BRINQUEDO: Twister. Tá aí, a prova de que minha infância ainda não acabou e o que me fez lembrar do tal diálogo.

PS.: Caso alguém se solidarize, eu aceito um twister no Natal! Vai ser a diversão de duas criançonas nas férias! Dá pra comprar aqui (sim, eu to falando BEM sério!)
PS.2: Eu achei a foto engraçada!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O MEU Intercom em Curitiba

É, eu sei! Ando bem relapsa em relação a esse blog, tadinho! Eu fico correndo de um lado pro outro, fazendo milhões de coisas e deixo ele aqui, abandonado.

Então, para o caso de alguém sentir falta de algum texto, vim falar sobre minha última viagem: Curitiba. Fui acompanhar a e o Predo no Intercom. Eles foram apresentar trabalhos, eu fui de metida. Mas sabem que valeu a pena?

Nem vou discursar muito sobre o aprendizado e a oportunidade de conviver com o povo da Comunicação de todo o Brasil (se quiserem ler sobre isso, acessem o blog do DizAí). O que eu quero falar aqui é sobre os acontecimentos além-congresso que aconteceram por lá.

Eu cheguei achando que não ia gostar de nada porque, já na primeira noite, um amigo meu que mora em Curitiba, o Japonês (é o blog dele, não tenho culpa que é bagaceiro, mas eu juro que ele é um amor) furou e acabou não saindo conosco, como tinha combinado. Em compensação, eu tive as melhores companhias de quarto, a e o Predo são uns amores, de verdade!

Na quinta-feira mesmo, logo depois que chegamos, eu e a Luísa fomos ao mercado comprar água e guloseimas (todo mundo sabe que as coisas do frigobar são caríssimas). Não satisfeitas em comprarmos uns 5 litros d'água, croissants, pães, laranjas e bergamotas (saudáveis, não?) eu e a ainda fomos atrás de canecas, pratos e talheres! Claro que compramos as coisas mais cafonas existentes!

Todos os dias íamos de ônibus para a Universidade e muitos congressistas faziam o mesmo. Como estávamos todos meio perdidos, acabamos fazendo amizade com o pessoal no ônibus mesmo. Aliás, foi com um pessoal que conhecemos no ônibus que eu e a fizemos festa no domingo, nosso último dia lá. Festa, essa, que merece ser comentada, porque foi um dos pontos altos da viagem.

Combinamos com o Richell, de Fortaleza, que iríamos para o tal "Bar do Alemão". Ele apareceu com mais dois amigos: Caio, também de Fortaleza, e Manu, de Brasília. Estávamos felizes conversando no bar quando, lá pela 1h, começaram a recolher mesas e cadeiras, fecharam o bar e nos mandaram embora. Eles não queriam voltar para o hotel e nos convenceram a continuar a baladinha em outro lugar, disseram que tinha uma festa muito boa. Fomos para lá. Antes de entrarmos, o segurança avisou que o lugar ficaria aberto por só mais meia hora. Desistimos e fomos para outra festa, que o próprio segurança indicou. Chegamos lá e o pessoal se arrependeu de ter entrado, era uma festa GLS. Os homens ficaram meio receosos, as gurias acharam meio chocante, mas eu achei divertidíssimo! Tem coisa melhor do que ir numa festa e não ter homem, feito urubu, te olhando como se fosse carniça? Melhor ainda era ver o desespero do Richell implorando para eu não sair do lado dele, já que, nessa noite, ele era a carniça!

Fora a festa, o próprio evento teve suas particularidades engraçadinhas. Como ouvir milhões de vezes em uma tarde "você gostaria de provar um Kuat Eko? Você gostaria de provar um Kuat Eko? Kuat Eko... Kuat Eko... Eko... Eko... Eco, eco, eco..."! Irritante, mas virou piada entre os participantes. Teve, também, um dia em que eu e a chegamos mais tarde e tinha um povo em volta de uns baianos que estavam cantando e dançando, no final acabaram arrastando um monte de gente pra dança, inclusive nós.

E, é claro, não posso deixar de mencionar a grande estrela do Intercom, o Iuri. OK, essa parte vocês ignorem, a única pessoa que vai entender é a Luísa. Mas garanto pra vocês que o Iuri é outonalmente outonal.

OK, parágrafo anterior ignorado. Mas aproveito pra deixar avisado que o próximo Intercom vai ser aqui pertinho, na UCS, e eu não pretendo perder. E sugiro que quem faz comunicação não perca também.

PS.: Eu juro que vou tentar me controlar e escrever menos quando for sobre coisas inúteis! \o/

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Ahh, acabou!!

Fiquei um bom tempo sumida, eu sei. Mas final de semestre, sabe como é, né? Foram milhões provas, trabalhos, entrevistas, matérias, reportagens, noites em claro, edições, gravações, correria... Maaaas, acabou! Quarta-feira recebi a última nota do semestre e passei por todas as cadeiras sem pegar exame! YEAH! (eu fiquei feliz, oras!)

Apesar de toda a correria, também há momentos de diversão! Estou bem atrasada para falar disso, mas não posso deixar de comentar do Dia Internacional da Maçã. No dia 24 do mês passado, toda a turma de Técnicas de Reportagem estava organizada para a ‘Operação Fruta’: todos os colegas levaram uma maçã para o professor Demétrio, o que rendeu uma cena bem engraçada.

O motivo organizarmos tal operação? Em todas as aulas o profe sempre perguntava se os aluno tinham trazido maçãs: ‘trouxeram agrados para o professor, crianças?’ foi a frase mais ouvida durante o semestre. Pois bem, a mente fértil e a organização da turma fez com que o profe voltasse para casa com os braços cheios de maçãs!



Final de semestre também é época de confraternizações! O povo da A4 agência de jornalismo se reuniu semana passada na casa da Vahn para comermos pizza. Valeu pra gente comemorar todo o trabalho feito esse semestre, temos o site, fizemos a cobertura da Feira do Livro, o Diz Aí e em breve teremos mais novidades...
Todo mundo posando bonitinho pra foto. Em cima: Fábio, Demétrio, Luana e Raisa; Agachados: Géferson, eu, Vahn e Bruna. E na pose máscula, ali na frente, o Emo.
E aqui as eu estou tentando ensinar pra 'tchurminha' a coreografia da dança da bundinha! hahaha
Agora é aproveitar as férias! Ah, coisa bem boa!

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Tira, bota...


Eu e minhas pernas grossas. Elas me causam situações bem constrangedoras, às vezes. Hoje passei por uma dessas situações.
Comprar botas para mim é um suplício. Sou chata com modelos, não gosto de bico fino, precisa ter saltão, não é qualquer modelo que me agrada. O problema é que, quando acho algum modelo bonito, dificilmente fecha na minha perna. Minha panturrilha é enorme, maldita genética. O fato é que eu acabo ficando sem bota.
Hoje, porém, passei na frente de uma loja e achei uma bota bonita. Resolvi entrar. Não tinha meu número, para variar (também, quem manda calçar 34?). Mas vi uma galocha bem bonitinha e faz tempo que eu estou atrás de uma galocha.O problema foi quando eu enfiei a maldita galocha no pé. Ela é de plástico/borracha (ou alguma coisa assim) e grudou na minha panturrilha. E fez vácuo. Quem disse que a dita saía? Eu fiz força, tentei com jeitinho, mas não saiu. Minha mãe tentou tirar, mas também não conseguiu. Então apareceu uma vendedora simpática, perguntando: "vocês já foram atendidas? Eu posso ajudar?". Pode, sim, queridinha! "Ahn, tu me ajuda a tirar a galocha?". Gente, deu pena dela. A coitada fez tanta força que quase caiu quando a galocha saiu do meu pé.
A história acaba por aí. Depois disso nem pedi mais nada, fui embora. E já estou entendendo que nunca vou poder usar bota. Digo, existe uma possibilidade, mas ela exige que eu deixe praticamente todo o meu salário na loja... Aiai, será que vale? Eu e minha paixão por sapatos. E as malditas panturilhas grossas.

domingo, 14 de junho de 2009

Blau na cozinha

Este final de semana eu estive bem entediada. Hoje à tarde todo mundo resolveu passear e eu fique sozinha em casa. Programação da TV no domingo não dá pra querer. O que fiz? Fui pra cozinha!
Há dias eu queria provar uma receita nova de chocolate quente e fazia tempo que eu prometia fazer uns crepes de banana que todo mundo adora aqui em casa. Concluindo: oportunidade perfeita!
Quando o povo chegou aqui em casa eu estava cheia de comidinhas. Convenhamos, eu sou um amor mesmo.
Ah, e eu não sou só querida, ficou tudo MUITO bom! Como eu costumo dizer: eu casaria comigo!

Querem me copiar? Ó as receitas aí:

Crepe de Banana (o original é light, foi a nutri que deu, mas eu fiz minhas adaptações!)

Ingredientes
-500ml de leite desnatado
-2 ovos
-250g de farinha de trigo
-5 colheres (sopa) de óleo de milho
-uma pitada de sal

Recheio
-8 bananas nanicas (eu não tinha banana nanica. Usei três bananas grandes que tinha aqui)
-canela em pó a gosto
-adoçante a gosto (eu usei açúcar. umas duas colheres por banana, sou uma formiguinha)

Modo de Preparo
Bata no liquidificador o leite, os ovos, a farinha, o óleo e o sal até ficar cremoso e consistente. Numa frigideira antiaderente e aquecida faça os crepes, dourando cada lado da massa (pense em panquecas!).
Pique as bananas e, com o açúcar (eu botei um pouco de essência de baunilha junto), aqueça numa panela até que a banana se desmanche. Coloque sobre a massa de crepe e feche, formando um triângulo.


Chocolate quente

Ingredientes
-1 litro de leite desnatado
-1 caixa de leite condensado
-4 colheres (sopa) de chocolate em pó (chocolate, crianças. Nada de usar Nescau. E eu usei umas 5 ou 6 colheres, pra ficar bem forte!)
-2 colheres (sopa) de amido de milho (a famosa maizena!)

Misture tudo e leve ao fogo médio até ferver ou engrossar.
Para servir, ponha um pedacinho de chocolate na xícara.
(Ficou meio doce de mais pro meu gosto, mas fica bem cremoso e gostoso. As formiguinhas de plantão vão gostar!)


Agora digam: Tenho talento para Ana Maria?! Caso provem as receitas, me digam o que acharam!

sábado, 13 de junho de 2009

Alô, alô...

Sempre quis saber como as pessoas caem nesses golpes de falso sequestro, cartão e todos esses golpes aplicados por celular. Como alguém pode ser tão estúpido em cair numa história dessas? Com tantas recomendações e avisos sobre esse tipo de coisa, realmente não entendo. Mas sempre achei que a lábia dos criminosos deveria ser grande.
Pois bem, essa semana quase descobri se eles têm lábia mesmo. Eu estava em aula e meu celular começou a tocar, um número desconhecido estava ligando. Achei que pudessem ser meus pais, que estavam viajando, e, seja lá por que, o celular não reconhecia o número. Era a cobrar. Meus pais estariam ligando de um orelhão? Estranho, mas continuei na linha. Depois da mensagem chata com a voz irritante "aguarde na linha após a identificação... tú-nú-ú", o que eu ouvi:
-Pelo amor de Deus, me ajuda! Eu fui assaltada, to muito nervosa!
Era uma mulher, com voz de choro, parecia realmente desesperada. Pena ela ter ligado, a cobrar (oras, desaforada!), enquanto eu estava na aula. Juro que a gente teria uma conversa bem legal, ela tentando me lograr e eu dando conversa... Queria ver até que ponto ia a história.
Possivelmente depois de mim, outras pessoas receberam a mesma ligação. De mim, ela não ouviu mais do que um:
-Ah, que legal! tu...tu...tu...
Ah! Apesar de atrasado, feliz dia dos namorados aos meus casais queridos!
E aos solteiros: espero que não tenham disperdiçado o dia de Santo Antônio! Meu twitter hoje bombou com as MELHORES simpatias pra quem não quer mais ficar sozinho!!

domingo, 19 de abril de 2009

Homens são de marte... E é pra lá que eu vou!

Curta e grossa, só para não dizerem que eu sumi:

Já tinha ouvido falar da peça e sempre tive muita vontade de assistir. Eis que chega a Porto Alegre "Homens são de marte... e é pra lá que eu vou".
A peça, basicamente, conta a história de uma mulher que, do alto de seus 35 anos, está solteira e desesperada para desencalhar (falando em desencalhar, isso me lembra o tal site do Wanderson). OK, não vou ser tão drástica. Ela está em busca do seu grande amor. Dá uma olhada na resenha da peça:

Os Homens são de Marte... E é pra lá que eu vou! trata do grande dilema vivido pelas mulheres solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é, ou será protagonista desta história de aventuras, encontros, desencontros, solidões, equívocos, adrenalinas, ilusões, alegrias, dúvidas.
A peça faz uma crítica ao comportamento e a certos valores da sociedade, é uma visão bem-humorada desta mulher do terceiro milênio: independente, bem sucedida e com dificuldades de encontrar um homem que saiba compartilhar esta liberdade. No mundo todo, livros, seriados, filmes e peças que tratam do tema fazem grande sucesso de crítica e público.
Os Homens são de Marte... e é para lá que eu vou! conta a história de Fernanda, 35 anos, solteira, jornalista formada, mas trabalha com eventos, organiza festas de casamento.
Fernanda está em busca do amor e se envolve tão intensamente com os vários tipos de homens que chega a ficar muito parecida com cada um deles, independente dos tipos físicos, das condições sociais, raciais ou econômicas. Cada homem que ela encontra pode ser seu grande amor, quem sabe? Fernanda se envolve com um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay. O tempo que ela gasta com os homens daria para ter dado uma volta ao mundo e ainda ter estudado a história de todas as civilizações. A vida para ela sem um amor é uma vida em preto e branco.
Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado, mas para quem está solteiro não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final, só não sabe como.
De uma forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente, a peça fala do amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir das suas próprias desgraças

Mas o que eu queria falar mesmo é que lendo o nome da peça me lembrei de uma coisa: eu vou pra marte!! Bem, pelo menos meu nome vai. Eu e minhas bobagens...