terça-feira, 27 de outubro de 2009

Uma história que não é mais minha

Como pode, ?! A própria história, coisas que aconteceram contigo, parecerem tão distantes. Eu senti isso hoje. Me inspirei na Bruna Travi e resolvi ler uns e-mails antigos. Antigos mesmo, de um ano atrás. E-mails que me fizeram chorar, me fizeram rir, que mexiam comigo.

Engraçado como esses mesmos e-mails que me tocavam tanto hoje nem pareceram terem sido escritos por mim ou para mim. Engraçado como aquelas histórias que rendiam muitas e longas conversas, que me mantinham acordada por um bom tempo rolando na cama, agora já não fazem sentido. Engraçado é eu ver coisas que fazem parte da minha própria história como se eu fosse uma estranha. Como se eu não tivesse feito parte daquilo, como se a história não tivesse acontecido comigo.

Resultado do tempo? Talvez. Mas muito mais que o tempo, acho que é resultado das situações. Coisas que aconteceram, pessoas que conheci, lugares a que fui, coisas que fiz. E tudo isso me fez bem. Aliás, tem me feito bem. MUITO bem.

Seja o que for, o fato é que minha vida tomou um rumo bem diferente do que eu imaginaria ano passado. Ta me fazendo bem e eu ando bem feliz. E motivos pra isso não faltam.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Aventuras na Obafest

Que as coisas andam corridas eu nem precisaria comentar, o abandono do blog já fala por si. Mas, na verdade, as coisas andam deliciosamente corridas ultimamente. Eu tenho mania de enrolar, então vou cortar minha conversa e ir direto ao ponto: Focas do Q?

Depois de eu ter sido escalada para a 'pauta misteriosa' começaram os preparativos. Logo de início eu achei que ia ser barbada, bastaria usar um decote para conseguir tudo o que eu quisesse, de graça. Mas usar um decote para conseguir o que quer é coisa de piriguete, e eu definitivamente não faço o tipo piriguete.

Foi aí que eu comecei a entender porque ninguém encarou a tal pauta. Passei vários dias pensando em formas diferentes de conseguir as coisas, planejando milhões de coisas, inventando histórias que eu poderia usar para conseguir o que eu precisava. Se deu certo o que eu planejei? Claro que não. De última hora todos os planos foram por água a baixo, culpa de uma mudança repentina no roteiro, e eu tive que me virar no improviso.

Certamente na teoria as coisas eram mais fáceis. Claro que eu imaginei que bêbados tentariam me agarrar (aliás, coisa mais chata isso!), mas nunca pensei que as pessoas fariam cara feia para mim. E muita gente me olhou torto!

O resultado da minha aventura vai ser publicado na próxima quarta, dia 28, no Q? dos Focas. Lá eu conto tudinho, tintim por tintim, com direito a fotos e tudo. Fica a dica para a leitura, o pessoal está se puxando e o caderno tem tudo para ficar legal.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Focas do Q?

Sabe quando tu sente que o semestre está começando de verdade? Eu, pelo menos, sinto isso quando começam a surgir muitas coisas e percebo que meu tempo será pouco para tudo o que eu tenho para fazer. Quem se importa?! Minha cama, ela sente uma falta de mim... hehehe (como eu sou engraçadinha, Ari Toledo que se cuide!)

Para quem ainda não sabe, comecei a trabalhar na biblioteca da Unisc semana passada. Minha tradicional sesta não existe mais, já que agora eu trabalho das 13h30 às 22h30. Algumas horas a menos disponíveis no meu dia.

Os trabalhos de aula e a agência já começaram a exigir mais dedicação. Semana que vem tem a Seacom, semana acadêmica do curso. Mais tempo para isto.

E ontem tivemos a primeira reunião do projeto Focas do Q?, na Gazeta. Esta é a quarta edição, eu também participei da terceira, mas agora teremos muitas novidades. A começar pelo blog e tantas outras coisas que estão previstas para esta edição. Além disso, eu estou bem empolgada com o projeto e, conversando com a Bruna Travi, surgiram várias ideias.

Por enquanto é isso que eu posso adiantar. Em breve mais novidades a respeito!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

O MEU Intercom em Curitiba

É, eu sei! Ando bem relapsa em relação a esse blog, tadinho! Eu fico correndo de um lado pro outro, fazendo milhões de coisas e deixo ele aqui, abandonado.

Então, para o caso de alguém sentir falta de algum texto, vim falar sobre minha última viagem: Curitiba. Fui acompanhar a e o Predo no Intercom. Eles foram apresentar trabalhos, eu fui de metida. Mas sabem que valeu a pena?

Nem vou discursar muito sobre o aprendizado e a oportunidade de conviver com o povo da Comunicação de todo o Brasil (se quiserem ler sobre isso, acessem o blog do DizAí). O que eu quero falar aqui é sobre os acontecimentos além-congresso que aconteceram por lá.

Eu cheguei achando que não ia gostar de nada porque, já na primeira noite, um amigo meu que mora em Curitiba, o Japonês (é o blog dele, não tenho culpa que é bagaceiro, mas eu juro que ele é um amor) furou e acabou não saindo conosco, como tinha combinado. Em compensação, eu tive as melhores companhias de quarto, a e o Predo são uns amores, de verdade!

Na quinta-feira mesmo, logo depois que chegamos, eu e a Luísa fomos ao mercado comprar água e guloseimas (todo mundo sabe que as coisas do frigobar são caríssimas). Não satisfeitas em comprarmos uns 5 litros d'água, croissants, pães, laranjas e bergamotas (saudáveis, não?) eu e a ainda fomos atrás de canecas, pratos e talheres! Claro que compramos as coisas mais cafonas existentes!

Todos os dias íamos de ônibus para a Universidade e muitos congressistas faziam o mesmo. Como estávamos todos meio perdidos, acabamos fazendo amizade com o pessoal no ônibus mesmo. Aliás, foi com um pessoal que conhecemos no ônibus que eu e a fizemos festa no domingo, nosso último dia lá. Festa, essa, que merece ser comentada, porque foi um dos pontos altos da viagem.

Combinamos com o Richell, de Fortaleza, que iríamos para o tal "Bar do Alemão". Ele apareceu com mais dois amigos: Caio, também de Fortaleza, e Manu, de Brasília. Estávamos felizes conversando no bar quando, lá pela 1h, começaram a recolher mesas e cadeiras, fecharam o bar e nos mandaram embora. Eles não queriam voltar para o hotel e nos convenceram a continuar a baladinha em outro lugar, disseram que tinha uma festa muito boa. Fomos para lá. Antes de entrarmos, o segurança avisou que o lugar ficaria aberto por só mais meia hora. Desistimos e fomos para outra festa, que o próprio segurança indicou. Chegamos lá e o pessoal se arrependeu de ter entrado, era uma festa GLS. Os homens ficaram meio receosos, as gurias acharam meio chocante, mas eu achei divertidíssimo! Tem coisa melhor do que ir numa festa e não ter homem, feito urubu, te olhando como se fosse carniça? Melhor ainda era ver o desespero do Richell implorando para eu não sair do lado dele, já que, nessa noite, ele era a carniça!

Fora a festa, o próprio evento teve suas particularidades engraçadinhas. Como ouvir milhões de vezes em uma tarde "você gostaria de provar um Kuat Eko? Você gostaria de provar um Kuat Eko? Kuat Eko... Kuat Eko... Eko... Eko... Eco, eco, eco..."! Irritante, mas virou piada entre os participantes. Teve, também, um dia em que eu e a chegamos mais tarde e tinha um povo em volta de uns baianos que estavam cantando e dançando, no final acabaram arrastando um monte de gente pra dança, inclusive nós.

E, é claro, não posso deixar de mencionar a grande estrela do Intercom, o Iuri. OK, essa parte vocês ignorem, a única pessoa que vai entender é a Luísa. Mas garanto pra vocês que o Iuri é outonalmente outonal.

OK, parágrafo anterior ignorado. Mas aproveito pra deixar avisado que o próximo Intercom vai ser aqui pertinho, na UCS, e eu não pretendo perder. E sugiro que quem faz comunicação não perca também.

PS.: Eu juro que vou tentar me controlar e escrever menos quando for sobre coisas inúteis! \o/

terça-feira, 1 de setembro de 2009

DizAí da Serra


Eu já falei aqui que estive em Gramado, que participei da cobertura do Festival de Cinema e do Gramado Cine Vídeo. Além de produzirmos materiais para o site, eu e a Bruna ficamos responsáveis pela primeira edição do DizAí deste semestre, especial de Gramado!

Particularmente, eu não gostei muito do resultado. Mas leiam, vejam e palpitem. Digam aí o que acharam (que cafona esse trocadilho besta)!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O cusco avoador de zoro


Eu sei que muita gente adora ela. Sei que muita gente a admira. Sei que muita gente ficou feliz com o título recebido por ela (ele foi premiado pelo título?). Mas tenho certeza que ninguém sentiu a mesma emoção que eu quando ela subiu naquele palco.

Uma amizade que nasceu há pouco tempo. Uma cumplicidade difícil de entender. Confidentes. Um carinho recíproco imenso. Comentários que ninguém entenderia. Piadas das quais ninguém riria. Noites de filme. Inúmeros e-mails.

Um mês inteiro separadas. MUITA saudade. O reencontro em Gramado. Fofocas postas em dia. E, aí sim, fomos (ela, a mãe, um casal de tios e eu - a única que não era da família) para o centro municipal de cultura. Sentadas lado a lado. A ansiedade durante a premiação. Os comentários e as piadinhas durante a premiação. A tensão quando a categoria se aproximava. A felicidade quando o nome foi anunciado. Um abraço. Uma câmera voando para o meu colo. A tentativa de fazer fotos, mesmo com os olhos marejados. A risada ao ver que ela seguiu meu conselho e parou no canto do palco para não ficar com letras projetadas no rosto. O orgulho de vê-la reconhecida. Um grito que saiu quase inconscientemente. Outro abraço. Mais e mais lágrimas.

Feliz, ela queria tirar fotos no palco. Amiga orgulhosa, eu queria fotografar. E tinha que ser logo. Para levantar, apoio-me na poltrona da frente, que desaba. Fotos e mais fotos com os outros vencedores. Fotos com o professor. Com a mãe. Com o tio. Com a tia. Com a estátua. Comigo.

O auditório esvaziava. Ela não queria sair dali. Ela deixou sua marca na história do evento. Olhamos para trás: um auditório cheio de poltronas. E um buraco. EU deixei minha marca no local do evento (mas que ninguém saiba disso!).

No final das contas, é impossível não parabenizá-la pelo 'CUSCO AVOADOR DE ZORO'.

Talvez vocês entendam, talvez não, mas é por essas e por outras que eu não canso de dizer:
Lú, tu é o meu orgulho!


Quer ter uma ideia de como foi? Presta atenção no que alguém grita ali pelos 47 segundos...

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Festival de Cinema

Durante a última semana, eu fiz parte da equipe da Unisc que participou da cobertura do 37º Festival de Cinema de Gramado e do 17º Gramado Cine Vídeo. Minha última semana de férias acabou sendo de muito trabalho: ficamos envolvidos na cobertura das 8h às 20h. Apesar de ter sido bastante cansativo, foi uma oportunidade incrível e aprendemos muita coisa.

Acompanhamos exibições de curta-metragens, debates, coletivas de imprensa, entrevistamos diretores, jurados e alguns famosos! Eu falei com a Daniela Escobar e o Oscar Magrini que eram jurados do Gramado Cinevideo. E teve a história do Marco Antônio Gimenez, que topou dar uma entrevista sobre a principal estrela do evento (mas essa é em vídeo e eu estou esperando as gurias editarem para botar no youtube e mostrar aqui, espero que fique boa!).

O resultado da cobertura pode ser visto no site da agência e logo logo teremos mais uma edição do DizAí, que - adivinhem - será sobre a cobertura do Festival. Eu e a Bruna já estamos pensando sobre o conteúdo.

Aliás, foi com a Bruna que eu me juntei durante aquela semana, então nós fomos parceiras de pautas, matérias, colegas de quarto, sem contar a festa, as fofocas, as fotos... Falando em fotos, algumas estão aí em baixo, divirtam-se!