Andei falando várias vezes sobre o Q? por aqui. Contei minhas peripécias como fotógrafa, minha odisseia (maldita reforma ortográfica, tiraram o acento de odisseia, geleia, ideia... coisa feia!) a Vera Cruz, etc.
Hoje, um bom tempo depois de a matéria ter sido publicada, recebi um e-mail sobre ela. Achei que ia receber uma crítica sobre o texto, mas qual não foi minha surpresa quando a pessoa disse que, na verdade, queria minha ajuda? Não sei exatamente do que se trata, mas sinto que vou acabar virando cupido nessa história...
Possivelmente trarei novos capítulos em breve!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Ah, lua...
Sempre fui apaixonada pela lua. A fase preferida é cheia, claro. Mas gosto da lua até quando ela não aparece. Quando míngua, e quase some, o quarto da "Sábia Anciã" deixa as estrelas brilharem e serem as estrelas (com o perdão da redundância) da noite.
Essa última semana a lua esteve cheia. Cheia e linda. E foi admirando a lua, como sempre, que me surpreendi comigo mesma: eu estava vendo um coelhinho na lua?
Eu tenho fases, mas gosto dessa. Olhar para a "A Mãe", redonda e brilhante, e não ter certeza se o coelhinho está ali ou não.
Pensativa...
Essa última semana a lua esteve cheia. Cheia e linda. E foi admirando a lua, como sempre, que me surpreendi comigo mesma: eu estava vendo um coelhinho na lua?
Eu tenho fases, mas gosto dessa. Olhar para a "A Mãe", redonda e brilhante, e não ter certeza se o coelhinho está ali ou não.
Pensativa...
quarta-feira, 6 de maio de 2009
O Q? está aí!
Depois da seleção, muitas tardes de quinta na Gazeta, escolhas de pautas, matérias, fotos e tudo o mais...Finalmente a edição do Q? feito por nós está pronta!
Eu sou suspeita para falar, então avaliem vocês e me digam o que acharam!
Dá pra ver as páginas em PDF no site da Gazeta. Os links:
Capa
Página 2
Páginas 4 e 5
Página 6
Página 7
Página 8
Eu sou suspeita para falar, então avaliem vocês e me digam o que acharam!
Dá pra ver as páginas em PDF no site da Gazeta. Os links:
Capa
Página 2
Páginas 4 e 5
Página 6
Página 7
Página 8
domingo, 3 de maio de 2009
O Q? tá quase pronto...
Uma loucura. Assim posso definir os últimos dias.
Descobri minha total falta de talento pra cinegrafista. Por causa do nosso telewebjornal eu corri por tudo que é lugar gravando o pessoal fazendo as matérias e posso dizer que meu ‘mal de Parkinson’ não ajudou muito.
As fotos que eu tenho feito com o Dudu também têm me feito correr bastante. Eu estou gostando do resultado, temos mais uma sessão ainda e acho que elas ficam prontas até o final do semestre, até lá não posso mostrar. (Aliás, falando em foto, ando pagando de ‘modeléti’ bem seguido. Daqui a pouco ninguém mais vai agüentar ver minha cara por aí.)
Mas o que realmente eu quero falar é do “Q?”. Nesta quarta-feira sai a edição que o pessoal da Unisc fez. E vai ficar show de bola! De minha autoria vai sair as fotos que eu tirei pra matéria da Luana e a matéria sobre o vestibular. Ambas foram muito legais de fazer.
Para fazer as fotos da matéria da Luana, ficamos das 4h às 20h com uma noiva, enquanto ela se arrumava para o casamento. Foi muito divertido, até porque a noiva estava muito tranqüila. Até ajudamos ela a colocar o vestido! O que me surpreendeu foi que eu descobri que até tenho jeito pra fotos, tem fotos bem boas...
Já a minha matéria... Essa foi uma odisséia. Para fazê-la eu precisei ir a Vera Cruz, com mais a Amanda, para fotografar, e o Rapha, que ia aprender sobre Eng. Da Computação (sim, curso de nerd! Viva o PMS!!!). O problema é que nenhum dos três sabia o caminho para lá e eu nunca tinha pego estrada antes. Quem conhece a minha fama de motorista já deve ter imaginado o que foi essa ‘viagem’. Eu não tinha mais do que umas dicas do meu pai, uma olhada no mapa antes de sair de casa e as placas pra me guiar. Fui ultrapassada por caminhão, quase passei do trevo que dava acesso à empresa, quase não achei o caminho pra voltar, mas no fim todos chegamos vivos e inteiros em casa! Viu, jornalismo é bem mais do que saber escrever!
Sugiro que leiam o Q? desta quarta-feira, dia 6 de maio, acho que vai ficar bem legal! Aliás, depois de lerem, quero saber o que acharam!
Descobri minha total falta de talento pra cinegrafista. Por causa do nosso telewebjornal eu corri por tudo que é lugar gravando o pessoal fazendo as matérias e posso dizer que meu ‘mal de Parkinson’ não ajudou muito.
As fotos que eu tenho feito com o Dudu também têm me feito correr bastante. Eu estou gostando do resultado, temos mais uma sessão ainda e acho que elas ficam prontas até o final do semestre, até lá não posso mostrar. (Aliás, falando em foto, ando pagando de ‘modeléti’ bem seguido. Daqui a pouco ninguém mais vai agüentar ver minha cara por aí.)
Mas o que realmente eu quero falar é do “Q?”. Nesta quarta-feira sai a edição que o pessoal da Unisc fez. E vai ficar show de bola! De minha autoria vai sair as fotos que eu tirei pra matéria da Luana e a matéria sobre o vestibular. Ambas foram muito legais de fazer.
Para fazer as fotos da matéria da Luana, ficamos das 4h às 20h com uma noiva, enquanto ela se arrumava para o casamento. Foi muito divertido, até porque a noiva estava muito tranqüila. Até ajudamos ela a colocar o vestido! O que me surpreendeu foi que eu descobri que até tenho jeito pra fotos, tem fotos bem boas...
Já a minha matéria... Essa foi uma odisséia. Para fazê-la eu precisei ir a Vera Cruz, com mais a Amanda, para fotografar, e o Rapha, que ia aprender sobre Eng. Da Computação (sim, curso de nerd! Viva o PMS!!!). O problema é que nenhum dos três sabia o caminho para lá e eu nunca tinha pego estrada antes. Quem conhece a minha fama de motorista já deve ter imaginado o que foi essa ‘viagem’. Eu não tinha mais do que umas dicas do meu pai, uma olhada no mapa antes de sair de casa e as placas pra me guiar. Fui ultrapassada por caminhão, quase passei do trevo que dava acesso à empresa, quase não achei o caminho pra voltar, mas no fim todos chegamos vivos e inteiros em casa! Viu, jornalismo é bem mais do que saber escrever!
Sugiro que leiam o Q? desta quarta-feira, dia 6 de maio, acho que vai ficar bem legal! Aliás, depois de lerem, quero saber o que acharam!
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Não vou mais...
Triste comentário a respeito do último post.
Quando consegui uma companhia para ir comigo a POA ver a peça, os ingressos já estavam esgotados. Agora é torcer para que a temporada seja prolongada ou que a peça venha para Santa Cruz.
Aliás, alguém sabe de alguma peça boa que venha para cá?
Quando consegui uma companhia para ir comigo a POA ver a peça, os ingressos já estavam esgotados. Agora é torcer para que a temporada seja prolongada ou que a peça venha para Santa Cruz.
Aliás, alguém sabe de alguma peça boa que venha para cá?
domingo, 19 de abril de 2009
Homens são de marte... E é pra lá que eu vou!
Curta e grossa, só para não dizerem que eu sumi:
Já tinha ouvido falar da peça e sempre tive muita vontade de assistir. Eis que chega a Porto Alegre "Homens são de marte... e é pra lá que eu vou".
A peça, basicamente, conta a história de uma mulher que, do alto de seus 35 anos, está solteira e desesperada para desencalhar (falando em desencalhar, isso me lembra o tal site do Wanderson). OK, não vou ser tão drástica. Ela está em busca do seu grande amor. Dá uma olhada na resenha da peça:
Os Homens são de Marte... E é pra lá que eu vou! trata do grande dilema vivido pelas mulheres solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é, ou será protagonista desta história de aventuras, encontros, desencontros, solidões, equívocos, adrenalinas, ilusões, alegrias, dúvidas.
A peça faz uma crítica ao comportamento e a certos valores da sociedade, é uma visão bem-humorada desta mulher do terceiro milênio: independente, bem sucedida e com dificuldades de encontrar um homem que saiba compartilhar esta liberdade. No mundo todo, livros, seriados, filmes e peças que tratam do tema fazem grande sucesso de crítica e público.
Os Homens são de Marte... e é para lá que eu vou! conta a história de Fernanda, 35 anos, solteira, jornalista formada, mas trabalha com eventos, organiza festas de casamento.
Fernanda está em busca do amor e se envolve tão intensamente com os vários tipos de homens que chega a ficar muito parecida com cada um deles, independente dos tipos físicos, das condições sociais, raciais ou econômicas. Cada homem que ela encontra pode ser seu grande amor, quem sabe? Fernanda se envolve com um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay. O tempo que ela gasta com os homens daria para ter dado uma volta ao mundo e ainda ter estudado a história de todas as civilizações. A vida para ela sem um amor é uma vida em preto e branco.
Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado, mas para quem está solteiro não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final, só não sabe como.
De uma forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente, a peça fala do amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir das suas próprias desgraças
Mas o que eu queria falar mesmo é que lendo o nome da peça me lembrei de uma coisa: eu vou pra marte!! Bem, pelo menos meu nome vai. Eu e minhas bobagens...
Já tinha ouvido falar da peça e sempre tive muita vontade de assistir. Eis que chega a Porto Alegre "Homens são de marte... e é pra lá que eu vou".
A peça, basicamente, conta a história de uma mulher que, do alto de seus 35 anos, está solteira e desesperada para desencalhar (falando em desencalhar, isso me lembra o tal site do Wanderson). OK, não vou ser tão drástica. Ela está em busca do seu grande amor. Dá uma olhada na resenha da peça:
Os Homens são de Marte... E é pra lá que eu vou! trata do grande dilema vivido pelas mulheres solteiras: a busca de um grande amor. Toda mulher já foi, é, ou será protagonista desta história de aventuras, encontros, desencontros, solidões, equívocos, adrenalinas, ilusões, alegrias, dúvidas.
A peça faz uma crítica ao comportamento e a certos valores da sociedade, é uma visão bem-humorada desta mulher do terceiro milênio: independente, bem sucedida e com dificuldades de encontrar um homem que saiba compartilhar esta liberdade. No mundo todo, livros, seriados, filmes e peças que tratam do tema fazem grande sucesso de crítica e público.
Os Homens são de Marte... e é para lá que eu vou! conta a história de Fernanda, 35 anos, solteira, jornalista formada, mas trabalha com eventos, organiza festas de casamento.
Fernanda está em busca do amor e se envolve tão intensamente com os vários tipos de homens que chega a ficar muito parecida com cada um deles, independente dos tipos físicos, das condições sociais, raciais ou econômicas. Cada homem que ela encontra pode ser seu grande amor, quem sabe? Fernanda se envolve com um político, um rico playboy, um alternativo do Sul da Bahia e um gay. O tempo que ela gasta com os homens daria para ter dado uma volta ao mundo e ainda ter estudado a história de todas as civilizações. A vida para ela sem um amor é uma vida em preto e branco.
Na verdade, a busca pelo amor pode ser uma oportunidade de aprendizado, mas para quem está solteiro não é assim, é castigo. Quem está solteiro quer encontrar um amor e ponto final, só não sabe como.
De uma forma muito divertida, mas também emocionante e com um final surpreendente, a peça fala do amor e da falta dele. Tudo isso com um tipo de humor que as mulheres são capazes de fazer muito bem: rir das suas próprias desgraças
Mas o que eu queria falar mesmo é que lendo o nome da peça me lembrei de uma coisa: eu vou pra marte!! Bem, pelo menos meu nome vai. Eu e minhas bobagens...
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Dead Man's Party
Se promessa é divida, eu vim pagar a minha.
Como prometido no último post, vim colocar algumas fotos da festa à fantasia em Nova Petrópolis. Festas à fantasia sempre valem. Se não pela festa em si, pelas fantasias e personagens que o povo encarna. Essa, definitivamente, não foi a melhor festa a que já fui, mas garanto que eu e a Luísa fomos a cupida e a freira mais endiabradas que eu já vi.
Na falta de algo melhor para falar, contentem-se com as fotos.
Aliás, eu quero energético. Dois litros!

(a pedidos, uma das fotos foi retirada...)
Na falta de algo melhor para falar, contentem-se com as fotos.
Aliás, eu quero energético. Dois litros!

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