quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Eu + futebol + cerveja + namorado = Copa


Eu não gosto de futebol. Aliás, eu nunca gostei de futebol. Eu me esforço, assisto aos jogos do Brasil na Copa, já tentei assistir jogos do Grêmio, até entendo as regras (-sim, inclusive o tal do impedimento-), mas não adianta. Os tais 90 minutos passam se arrastando pra mim. Não consigo me emocionar com o jogo, não sei identificar uma jogada bonita. Não tem jeito, eu e futebol somos incompatíveis.

Eu não bebo. Digo, não bebo nada que tenha álcool (exceção feita a um espumante na virada do ano ou um quentão no inverno). Não, nem a tal cerveja gelada no verão. O gosto não me atrai.

Pois bem, há alguma semanas a Brahma lançou o concurso "Sou brahmeiro sou primeiro". Ele consistia em 2014 perguntas sobre todas as Copas do Mundo. O regulamento era simples: um minuto, no máximo, para responder cada pergunta e, no final, os 10 participantes com mais acertos ganhariam um ingresso (com acompanhante) para um jogo do Brasil na Copa.

Ao contrário de mim, meu namorado é apaixonado por futebol, em especial Copas do Mundo, e com uma quedinha por cerveja. Já eu, tenho um gosto muito peculiar por concursos e promoções.

O Bruno (que tem uma memória incrível e sabe muita coisa sobre Copas) decidiu participar. Eu topei ajudar (procurando respostas num livro). No total, foram 30 horas gastas respondendo perguntas.

Uma semana depois da maratona, o site da Brahma mostrou essa lista aqui em baixo:



Conclusão: já temos nosso lugar garantido num jogo do Brasil na Copa de 2014.

PS.: Boa sorte pra você que vai tentar comprar ingresso.

quinta-feira, 24 de março de 2011

A volta dos que não foram

Imagine que você foi convidado para fazer um cruzeiro no natal. Você vai conhecer o litoral nordestino, praias paradisíacas e circular por um navio gigantesco durante uma semana.
Quatro meses antes você começa a preparação. Pede folga no trabalho, discussões com a família por passar no natal longe, compra passagem de avião, roupas, planeja os passeios que vai fazer em cada parada...
No dia que o navio zarpa você acorda muito cedo, pega um ônibus para a capital, um avião para o Rio de Janeiro e vai até o porto da cidade maravilhosa com um calor infernal de pleno verão carioca. Malas despachadas, é só esperar o tempo do embarque.
E esperar. E esperar. E esperar mais um pouco. Um galpão enorme, com cerca de mil pessoas passando calor, esperando para embarcar no navio. As cadeiras não são suficientes, se quiser sentar, o único lugar disponível é o chão. Quatro horas depois, finalmente você consegue entrar.
Na cabine, o calor é maior que o da rua. Você tenta acionar o ar-condicionado. Cinco minutos depois um alto-falante informa que o sistema de refrigeração está com defeito e será concertado até o dia seguinte. "OK, posso aguentar um dia de calor. A viagem vai ser maravilhosa" - você pensa. Alguns minutos mais tarde, nova informação: o trajeto será alterado para o conserto, que será feito nos dias seguintes.
A notícia não agrada, mas você decide aproveitar o jantar oferecido em um dos elegantes restaurantes do navio. Lá, enquanto o garçom entrega a entrada, um último aviso é dado: o cruzeiro foi cancelado e permanecerá no porto.
Você não conhecerá mais as praias nordestinas, mas pelo menos poderá usufruir da estrutura do navio como um hotel durante uma semana. Às 2h você consegue trocar a sua cabine por uma externa, e torce para que haja algum vento que refresque um pouco o ambiente.
Às 9h o auto-falante traz uma nova informação: todos os passageiros devem deixar o navio até as 10h. Caso contrário, serão levados com ele até a baía de Guanabara para o conserto. Desesperadamente você toma um banho, joga as roupas dentro da mala, engole alguma coisa no café e consegue sair do navio às 9h59.
Depois disso, acaba parando em Niterói (é época de natal e todos os hotéis da capital estão lotados), onde passa o período em que deveria conhecer Recife, Maceió e Salvador.
Quando finalmente chega em casa pode dizer que, se fosse filmado, seria parte do elenco de "A volta dos que não foram".

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Encerrando Ciclos

Daí que recebi esse texto por email, li, e achei que tinha cara de final de um ano e começo de outro. No email atribuíram a autoria do texto a Fernando Pessoa (fiquei com preguiça e não fui conferir).


Encerrando ciclos


Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu?
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas coisas significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio.
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.


terça-feira, 16 de novembro de 2010

Inv(f)erno

Não que eu odeie o inverno. Até é legal quando está friozinho. Bom pra tomar chocolate quente, comer pão de queijo, assistindo filmes enrolada no edredon. Mas o frio só é bom nessa condição.
Sei que o inverno tem milhões de defensores. Não adianta, eu prefiro o verão. Hoje estava lendo um livro e decidi copiar um trecho aqui. Vale a pena ler até o final, duvido que alguém não vá se identificar com pelo menos alguma das situações.

Inverno ou inferno? Só muda uma letra...

A unanimidade é burra. A frase de Nelson Rodrigues é sábia. Por isso, desculpem-me os que gostam, mas eu odeio o inverno. O meu ódio pode até ser atribuído ao fato de eu ter deixado os 40° do Rio de Janeiro, depois de 28 anos, para sobreviver às baixas temperaturas de Curitiba. Mas não é um ódio gratuito. Posso listar alguns motivos que me fazem desejar a total eliminação dessa estação do ano e, antes que me perguntem, não sou a favor do aquecimento global.
Desde os primórdios, o inverno não era associado a coisas positivas. O paraíso, por exemplo, retratado em Gênesis, tem como principais habitantes Adão e Eva. E por acaso algum dos dois está vestido com casaco de lã e cachecol? Claro que não! O paraíso é quente, e a vestimenta deles se resume a uma pequena folha de parreira. Já o inferno é descrito como um lugar quente e cheio de labaredas. Na minha opinião, o inferno era gelado, mas o diabo, não suportando o frio, decidiu fazer uma enorme fogueira e acabou incendiando todo o local.
Os diretores de filmes de terror, por exemplo, têm uma visão negativa do inverno. Ou alguém se lembra de algum filme desse gênero que tenha, como pano de fundo, uma praia ou qualquer cenário colorido característico do verão? Quando o gênero é terror não há escapatória, os filmes estão sempre emoldurados por uma paisagem fria, cinza e escura.
Pensem que de inverno para inferno só muda uma letra. As plantas secam, pessoas morrem de hipotermia, ficam resfriadas; a maioria das atividades tem que ser indoor. Tudo, absolutamente tudo, precisa de um ritual.
Quando me mudei para Curitiba, lembro que meu primeiro martírio foi tomar banho. Transformava o banheiro na abertura do seriado “Além da Imaginação”. Conseguia o efeito da fumaça com o chuveiro ligado no quente máximo. Após essa fase, vinha o banho em si. A água e um lança chamas passavam a ser sinônimos. E quando resolvi seguir o ritual que adotava quando morava no Rio? Banho morno e uma gostosa chuveirada gelada no final. Quando dei essa chuveirada e a água gelada atingiu minha cabeça, tive certeza de que metade das minhas idéias desapareceu do meu cérebro. A água gelada tinha a temperatura equivalente à água que se acumulava na gaveta do congelador.
E como se comportar diante do vaso sanitário? Já que não contamos ainda com a tecnologia japonesa dos assentos aquecidos, a ginástica, pelo menos a que adotei, era primeiro sentar-me sobre as mãos para, aos poucos, ir permitindo o contato da coxa com a tampa. É preciso também desenvolver a capacidade de prever, com pelo menos cinco minutos de antecedência, a vontade de ir ao banheiro, pois tirar toda a roupa pode levar algum tempo. Existe ainda o agravante de que, nessa “maravilhosa” época do ano, transpiramos menos e acabamos urinando mais, sendo maior o número de vezes que temos que visitar o banheiro.
Ainda há os entusiastas do inverno que afirmam, veementemente, ser essa a época do ano em que nos vestimos melhor, ficamos mais elegantes. Vale para quem nasceu em um lugar frio. Mas para quem, como eu, cresceu no Rio de Janeiro, saber se comportar e se movimentar com tanta roupa é quase o mesmo desafio de aprender uma arte marcial. A quantidade de roupa é tão grande que os movimentos mais básicos são travados. Alguém por acaso consegue teclar no computador vestindo uma luva de lã? E o tal do sobretudo? Esse foi o mais traumático para mim. Era praticamente a capa do Batman só que sem seus superpoderes.
Voltando à Curitiba, lembro-me de ter experimentado quase todas as doenças respiratórias. Todas acompanhadas da maldita corisa. Conviver com corisa é quase o equivalente a ser torturada com pequenas e contínuas alfinetadas. A secreção mucosa vai sendo eliminada na velocidade de uma goteira e o nariz vai sendo ininterruptamente esfolado, até você ter a convicção de que prefere arrancá-lo e passar a respirar apenas pela boca. E para sobreviver na cama, na hora de dormir? Lembro-me de ter que passar o ferro no lençol antes de me deitar; do contrário, era a mesma sensação de mergulhar em uma piscina gelada.
Quando já morava em Florianópolis, fui visitar a minha grande amiga Rosa, em Curitiba. Dormi no sofá-cama do seu quarto de hóspedes. Ciente da minha ojeriza pelo frio, ela me cobriu com um edredom, um lençol e um cobertor de lã – todos da sua cama principal que era king-super-mega-ultra-size. Depois que me deitei embaixo de tudo isso, tive um ataque de claustrofobia. Senti que estava em um treinamento para sobrevivência em soterramento. No meio da noite, queria levantar para fazer xixi e não conseguia sair de todo aquele peso. Pensei até em pedir ajuda pelo celular. E qual é a dica para uma pessoa agitada como eu que muda de posição pelo menos vinte vezes antes de pegar no sono, lidar com tamanho peso de cobertas? Até conseguir a posição ideal você se torna praticamente uma toalha retorcida.
Existem ainda aqueles que dizem ser o inverno a melhor estação do ano para namorar. Então porque será que as pessoas, ao invés de fazerem sexo na temperatura real dessa estação, simulam, com o aquecedor, um dia de verão no quarto.
Não adianta, tudo no inverno acaba se tornando negativo. Se você está na praia em um dia de verão e bate uma brisa, é uma bênção. Já no inverno, qualquer sopro de ar nos faz arrepiar dos pés à cabeça. Por que Deus não pensou em conceber um vento quente para o inverno? E as propagandas na TV? No verão, assistimos a um desfile de propagandas com pessoas felizes, cheias de saúde, na praia, tomando cerveja. Já no inverno, inicia-se a maratona dos comerciais relacionados a doenças: é remédio para resfriado, pneumonia, asma, nariz entupido, e por aí vai.
Apesar dos meus argumentos, tenho sempre que lidar com aqueles que querem me convencer que o inverno é bom. Mas, por mais que me tentem provar o contrário, eu odeio o inverno e ponto final. Acostumar-me com ele, nunca. Conformar-me, estou tentando...


Para quem gostou, é um livro de crônicas da Tatiana Ribeiro: Que Deus não me ouça.
Leitura rápida, agradável e divertida. Perfeito para um final de semestre atribulado.Justificar

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Conhece a Alice?


Todos conhecem a Alice que caiu numa toca de coelho e foi parar no país das maravilhas. Mas quem foi a menina que inspirou Lewis Carroll a escrever um dos maiores clássicos da literatura infantil?

Pois bem, como eu ando louca por tudo que envolva Alice no País das Maravilhas (e isso inclui o filme, acessórios, livros, decoração e qualquer-outra-tranqueira-relacionada-à-história), fiquei animadíssima quando chegou na biblioteca da Unisc o livro "Eu sou Alice".


Nele, a autora Melanie Benjamin conta a história de Alice Liddel, que, aos 82 anos de idade, se diz cansada de ser Alice. Não espere uma biografia, mas um romance biográfico.

Indico para quem curtiu o filme, gosta da história e se interessa por personagens reais. Um daqueles livros despretenciosos e gostosos de ler. Só não espere um final supreendente, afinal, estamos falando de Alice Liddel, não da Alice do País das Maravilhas.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Dica de mulherzinha



Hoje eu veio com um papo bem de mulherzinha. Eu não sei vocês, gurias, mas ultimamente eu ando correndo tanto que mal arranjo tempo para fazer as unhas. Mas ODEIO quando fica aquela cutícula grossa, feia. Acho que com todo mundo é assim, né? Todo mundo quer ficar com a unha bonita.
Então, eu descobri há um tempo a Cera nutritiva para unhas e cutículas (eesa da foto ali em cima) da Granado Pink. É ótima para carregar na bolsa e passar nas unhas de vez em quando. Hidrata e diminui as cutículas. Vale a pena mesmo. Sem contar que é baratinho e dura um montããão...
Eu e a minha mãe disputamos o potinho lá em casa (é que eu dei para ela tempo atrás, mas é tão bom que de vez em quando roubo para mim).
A linha tem outros produtos, eu também uso a manteiga emoliente que é SUPER hidratante. Bom para os lugares em que a pele costuma ser mais seca e áspera, tipo joelhos, pés e cotovelos (passei muito tempo atrás de um hidratante que deixasse meus cotovelos macios. Sério.). Funciona superbem!
Aqui em Santa Cruz dá pra encontrar na Panvel. Também dá para comprar direto no site da Granado.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Soluços e soluções

Cá estou eu soluçando. Um pulo a cada dez segundos. Um saco. Aí fiquei pensando: já reparou como sempre que tu comenta que está com soluço, aparece alguém com alguma receita mirabolante para acabar com ele?

Tem a história de tomar 3 goles de água sem respirar, tem os que dão um susto, os que mandam trancar a respiração o máximo possível, os que mandam respirar devagar, até chupar limão sugerem...

Não sei aí, mas comigo nada disso funciona. Minha mãe sempre que o ideal mesmo é controlar a respiração pelo diafragma (o que me parece fazer mais sentido), mas como eu não tenho coordenação para isso, espero ele acabar por si mesmo.

Mas (ic). alguém aí (ic) pode me dar (ic) um sustão, por (ic) favor?

sábado, 24 de julho de 2010

Altas aventuras em Bs As

Como eu tinha dito no post anterior, estamos (eu e a Bruna) em Buenos Aires. Ficamos até a próxima sexta. Como se pode esperar de mim e da Bruna, nossa passagem por aqui nao poderia ser tranquila, obviamente!
Pra começar, viemos em um voo com MUITA turbulência.
Também tivemos contatos nao muito agradáveis com elevadores. Elevadores velhos do prédio da escola e do Ministério da Cultura (esse prédio é do século XIX), que dao muito medo e, claro, elevador do nosso hotel que simplesmente parou ontem de noite, quando nós estávamos dentro. Nao foi muito tempo, mas o suficiente pra quase nos matar do coraçao.
Ontem de tarde também resolvermos ir até a Corrientes, onde tem coisas bem baratas. Tranquilo para chegar, fomos de metro. O problema foi a volta, pegamos o metro certo, mas para o lado errado. Duas estaçoes depois, conseguimos trocar e ir para o lado certo.
E assim vamos seguindo, com certeza ainda vamos passar por mais alguma coisa até o final da semana.
Talvez eu mande mais notícias em breve.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Só para dar um sinal de vida

Eu sou uma preguiçosa mesmo. Abandonei o blog e nunca mais apareci.
Mas eu justifico: no último semestre eu resolvi fazer cinco cadeiras, além de trabalhar oito horas diárias, o que me deixou completamente acabada. Qualquer tempo livre era suficiente para eu tirar uma soneca.
Mas eu sobrevivi! Enfim, depois de um semestre muito sonolento, olheiras enormes, tudo acabou. Agora é curtir essa semaninha sem estudos. Sim, só essa semana, já que sábado rumo a Buenos Aires para ter duas semanas de curso de espanhol. Com sorte eu mando notícias de lá (se sobrar tempo entre as aulas, os passeios, o meu sono de beleza...)!

PS.: Juro que vou tentar não fazer mais posts como esse!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Do meu jeito

Às vezes eu quero tudo. Quero muito. Quero agora. Quero porque quero. Quero do jeito que quero. Quero onde quero. Quero como eu quero.
E se não consigo fecho a cara. Fico emburrada. E tudo me incomoda. A chuva me incomoda. O vento me incomoda. O frio me incomoda. O sol no olho me incomoda. O cabelo fora do lugar, o barulho da construção, a pessoa com voz chata, a mulher do perfume forte, gente que vem com conversinha que não me interessa... tudo me incomoda.
Aí tudo muda. Já não quero mais o que eu queria antes. E as coisas já não parecem tão chatas e irritantes. Às vezes é um quindim, pode ser um SMS, um e-mail, uma visita inseperada... e essas coisas (tão bobas) são capazes de virar o meu humor de cabeça para baixo.
Talvez eu seja bipolar, sei lá. Mas eu acho que é coisa de mulher mesmo...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Isso é jornalismo?

Um amigo me mandou o link do blog uhull, no qual falaram sobre uma polêmica que aconteceu no Paraná. Estudantes de uma universidade criaram um blog para a disciplina de Crítica de Mídia. Neste blog eles postam críticas sobre programas e afins.
A confusão se criou quando um aluno resolveu criticar um programa de Ponta Grossa, o RP2, que apresenta matérias sensacionalistas. O apresentador do programa não aceitou a crítica e ofendeu e ameaçou o estudante ao vivo no programa.

Vale a pena ver a confusão. A crítica está aqui e dá pra ver a resposta do apresentador no Uhull.

Eu fiquei chocada. É o tipo de crítica que acadêmicos costumam fazer, um trabalho acadêmico. Mas o apresentador levou para o lado pessoal e realmente se ofendeu com aquilo. Nunca assisti ao programa, mas pela resposta, ao vivo, é de se imaginar o nível do programa.
Realmente, um exemplo a não ser seguido.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Nem tão foca assim


Saiu o resultado da seleção dos Focas do Q? E, mais uma vez, vou participar do projeto. Desta vez sou uma foca nem tão foca assim (já que essa é minha terceira edição), mas é o tipo de coisa que sempre vale a pena participar.
O grupo está aí, vamos ver no que dá!

Torcedores fervorosos

Sábado à noite eu estava dando umas voltas a pé perto de casa. Em certo momento ouvi gritos de alegria vindos de diversas casas e apartamentos. Sem saber o que estava acontecendo, comentei 'Oh, pelo jeito deu gol. Aliás, quem tá jogando hoje?'. O que ouvi de resposta? 'Não, mas hoje não tem jogo'.
Estranho...
Mas foi entrar em casa para entender o que tinha acontecido: o Dicésar tinha sido eliminado do BBB.
Eu não tenho acompanhado essa edição, mas sei que muita gente está fazendo isso e que torcem por alguns participantes fervorosamente. Tanto, que a vibração com a permanência do Dourado foi digna de gol do Brasil.
Não tenho nada contra o programa, só não aguento mais ouvir todo mundo discutindo tão intensamente sobre isso. É BBB na TV, no jornal, o twitter fica insuportável... Pelo menos isso tudo acaba na terça! \o/

PS.: Sim, eu sei. Eu também falei sobre BBB!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Oi, 2010!

Eu tenho o hábito de, todo final de ano, fazer uma retrospectiva. Não uma retrospectiva de tudo o que aconteceu no mundo, mas dos principais fatos que aconteceram na minha vida aquele ano. Sim, eu fiz isso em 2009. E eu ia postar aqui. O problema é que eu escrevi em partes, então tem pedaço de texto no meu note, outro pedaço no outro computador, mais uma parte no computador da biblio, uns trechos escritos a mão perdidos em algum lugar da minha bolsa...

Sim, sim. Eu sou desorganizada. Então, como o ano já começou há tempo, a retrospectiva vai ficar pra lá. Dessa vez ela vai ser só minha!

Mas ainda dá tempo de agradecer a todas as pessoas que fizeram parte do meu 2009 e tornaram esse ano tão especial. Todas as pessoas que eu conheci, as pessoas com quem me diverti, que me fizeram rir, de quem eu senti saudade, aquelas que - mesmo sem querer - me ensinaram alguma coisa...

E vamos aproveitar porque 2010 tem tudo pra ser O ANO, como uma pessoa me disse esses dias. Com certeza esse vai ser um ano bem marcante pra mim e eu quero que todo mundo que fez meus dias mais felizes em 2009 esteja presente no MEU 2010!

Ah! O blog continua o mesmo, mas o endereço mudou (acschuh é difícil de lembrar, né?! Resolvi assumir o BlauSchuh de vez ^^).
Ah!² Não esqueçam: falta menos de um mês para o meu aniversário, já vão pensando nos presentes! \o/

domingo, 27 de dezembro de 2009

Oh, que romântico!

Sabe aquela coisa de 'não acredito em horóscopo, mas sempre leio'? Pois é, eu sou assim. Quer dizer, eu geralmente leio e dois segundos depois esqueço o que dizia (até porque todo dia é a mesma coisa).

Só lembro o que eu gosto ou o que eu acho engraçado. Essa semana eu estava lendo a previsão da Amanda Costa (aliás, eu gosto das previsões dela, são sempre divertidas. Pode ser só bobagem, mas sempre tem uma historinha engraçadinha) e resolvi compartilhar com vocês.

Até porque esse ano fui chamada de anti-romântica (eu não sei se vai hífen, se não vai, mas vai ficar assim). Li o textinho e achei bem irônico. Só pra avisar: não, não me tornei romântica... hahaha

Não dá mais pra segurar... Calma, não vai explodir. Seu universo só quer se expandir, ser o que é. Tem gente na sua órbita, querendo crescer junto, coração no coração, criar novos mundos. Sim, você pode com tudo isso, pode e quer mais... Vai dizer que não?!

Oh, que romântico, não?!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Me ajuda a recuperar minhas lembranças?

Oi minha gente!
Como quem lê meu blog são meus amigos, imagino que todos já estejam sabendo. Caso alguém ainda não saiba, há algumas semanas eu tive o meu notebook roubado. Sim, o pintor, que estava trabalhando há mais de mês na MINHA casa, tirou o MEU notebook, com todas as MINHAS coisas, de dentro do MEU quarto.
O pior nem é o valor do note, mas todas as coisas que eu tinha lá dentro. (sim, eu aprendi. A partir de agora faço backup pelo menos uma vez por mês!) E, sério, eu tenho síndrome do esquilo (preciso guardar tudo, tudo, tudo) e vocês não imaginam como eu sofro por ter perdido todas essas coisas, essas lembranças...
Então, amiguinhos, quero pedir a ajuda de vocês! Procurem nos arquivos de vocês e mandem pra mim (por e-mail, cd, dvd, pendrive, disquete, o que for) o que vocês tiverem de fotos comigo, vídeos, arquivos, qualquer coisa que tenha a ver comigo!! Ajudem a Blau a recuperar suas lembranças?!
Eu sei que dá preguicinha, mas eu vou ficar bem feliz se puder recuperar pelo menos alguma coisa do que perdi!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Minha infância ainda não acabou!


Há poucos dias apresentei um trabalho na cadeira de Fotografia em Jornalismo II (vulgarmente conhecida por "Foto 2"). O trabalho eu fiz com crianças (foi uma produção bem legal, levei um monte de crianças e brinquedos até a AABB, preparei lanche para elas, fizemos piquenique, passei a tarde correndo, fazendo fotos e me divertindo muito).

Depois da apresentação aconteceu o seguinte diálogo:
Prof Alexandre: tu gosta de crianças, né?!
Eu: sim, adoro!
Prof Alexandre: tu tem saudade da tua infância, né?!
Eu: a minha infância ainda não acabou! \o/
Prof Alexandre: boa resposta ¬¬'

Enfim, toda essa história é justamente por causa desse diálogo. Trocando e-mails com a Lú ontem, decidimos escrever nossas cartinhas para o Papai Noel. E nas duas listas apareceu um item em comum. UM BRINQUEDO: Twister. Tá aí, a prova de que minha infância ainda não acabou e o que me fez lembrar do tal diálogo.

PS.: Caso alguém se solidarize, eu aceito um twister no Natal! Vai ser a diversão de duas criançonas nas férias! Dá pra comprar aqui (sim, eu to falando BEM sério!)
PS.2: Eu achei a foto engraçada!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Uma história que não é mais minha

Como pode, né?! A própria história, coisas que aconteceram contigo, parecerem tão distantes. Eu senti isso hoje. Me inspirei na Bruna Travi e resolvi ler uns e-mails antigos. Antigos mesmo, de um ano atrás. E-mails que me fizeram chorar, me fizeram rir, que mexiam comigo.

Engraçado como esses mesmos e-mails que me tocavam tanto hoje nem pareceram terem sido escritos por mim ou para mim. Engraçado como aquelas histórias que rendiam muitas e longas conversas, que me mantinham acordada por um bom tempo rolando na cama, agora já não fazem sentido. Engraçado é eu ver coisas que fazem parte da minha própria história como se eu fosse uma estranha. Como se eu não tivesse feito parte daquilo, como se a história não tivesse acontecido comigo.

Resultado do tempo? Talvez. Mas muito mais que o tempo, acho que é resultado das situações. Coisas que aconteceram, pessoas que conheci, lugares a que fui, coisas que fiz. E tudo isso me fez bem. Aliás, tem me feito bem. MUITO bem.

Seja o que for, o fato é que minha vida tomou um rumo bem diferente do que eu imaginaria ano passado. Ta me fazendo bem e eu ando bem feliz. E motivos pra isso não faltam.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Aventuras na Obafest

Que as coisas andam corridas eu nem precisaria comentar, o abandono do blog já fala por si. Mas, na verdade, as coisas andam deliciosamente corridas ultimamente. Eu tenho mania de enrolar, então vou cortar minha conversa e ir direto ao ponto: Focas do Q?

Depois de eu ter sido escalada para a 'pauta misteriosa' começaram os preparativos. Logo de início eu achei que ia ser barbada, bastaria usar um decote para conseguir tudo o que eu quisesse, de graça. Mas usar um decote para conseguir o que quer é coisa de piriguete, e eu definitivamente não faço o tipo piriguete.

Foi aí que eu comecei a entender porque ninguém encarou a tal pauta. Passei vários dias pensando em formas diferentes de conseguir as coisas, planejando milhões de coisas, inventando histórias que eu poderia usar para conseguir o que eu precisava. Se deu certo o que eu planejei? Claro que não. De última hora todos os planos foram por água a baixo, culpa de uma mudança repentina no roteiro, e eu tive que me virar no improviso.

Certamente na teoria as coisas eram mais fáceis. Claro que eu imaginei que bêbados tentariam me agarrar (aliás, coisa mais chata isso!), mas nunca pensei que as pessoas fariam cara feia para mim. E muita gente me olhou torto!

O resultado da minha aventura vai ser publicado na próxima quarta, dia 28, no Q? dos Focas. Lá eu conto tudinho, tintim por tintim, com direito a fotos e tudo. Fica a dica para a leitura, o pessoal está se puxando e o caderno tem tudo para ficar legal.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Focas do Q?

Sabe quando tu sente que o semestre está começando de verdade? Eu, pelo menos, sinto isso quando começam a surgir muitas coisas e percebo que meu tempo será pouco para tudo o que eu tenho para fazer. Quem se importa?! Minha cama, ela sente uma falta de mim... hehehe (como eu sou engraçadinha, Ari Toledo que se cuide!)

Para quem ainda não sabe, comecei a trabalhar na biblioteca da Unisc semana passada. Minha tradicional sesta não existe mais, já que agora eu trabalho das 13h30 às 22h30. Algumas horas a menos disponíveis no meu dia.

Os trabalhos de aula e a agência já começaram a exigir mais dedicação. Semana que vem tem a Seacom, semana acadêmica do curso. Mais tempo para isto.

E ontem tivemos a primeira reunião do projeto Focas do Q?, na Gazeta. Esta é a quarta edição, eu também participei da terceira, mas agora teremos muitas novidades. A começar pelo blog e tantas outras coisas que estão previstas para esta edição. Além disso, eu estou bem empolgada com o projeto e, conversando com a Bruna Travi, surgiram várias ideias.

Por enquanto é isso que eu posso adiantar. Em breve mais novidades a respeito!